Fintech: Fintech paySmart quer popularizar pulseira de pagamento no Brasil

A entrada de novos métodos de pagamentos vem crescendo no mercado nacional. Já temos pulseiras e relógios com NFC que fazem transações financeiras sem a necessidade de o usuário tirar a carteira do bolso. No entanto, essas soluções ficam restritas a algumas bandeiras de cartões e bancos específicos, algo que a fintech paySmart pretende mudar. A start-up financeira apresentou uma tecnologia que permitirá ao consumidor escolher qual bandeira e emissor deseja ter em seu wearable de pagamento por meio de um aplicativo.

O CEO da paySmart, Daniel Nunes de Oliveira, explica que o plano é ajudar na popularização das pulseiras de pagamentos no Brasil, com a customização e venda dos dispositivos em supermercados, bancas de jornal e lotéricas, por exemplo. Explica ainda que embora relógio e pulseira sejam as tecnologias mais conhecidas, ressalta que a solução pode ser embarcada em outros produtos como anéis por meio de sua API, a Smart.

“Você seleciona um menu de pulseiras dentro do app, escolhe cartão, bandeira e se conecta ao serviço remoto da API Smart. Os dados vêm para aquela pulseira ou anel por meio de um canal seguro para a transferência. Nós apenas processamos os dados e geramos um pacote só para aquele dispositivo, do telefone para a pulseira”, afirmou o executivo em conversa com Mobile Time.

A cobrança para utilizar a tecnologia é feita pelo modelo de software as service (SaaS). Ou seja, a paySmart cobra não por transação, mas por quantidade de dispositivos ativos – aqueles que estão inativos não são cobrados. O modelo de negócios e a tecnologia da fintech atraiu diversas empresas que acompanharam a apresentação da paySmart durante o Ciab Febraban 2017. Sem revelar nomes, Nunes de Oliveira afirma que três grandes empresas financeiras nacionais estão comprometidas com a adoção da tecnologia nos próximos meses, com possibilidade de lançamento para o próximo ano.

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