Comércio móvel: Chama: app projeta vender meio milhão de botijões de gás este ano

80% dos domicílios brasileiros não contam com gás encanado e, logo, dependem da compra recorrente de botijões de gás. Em média, cada residência brasileira consome um botijão a cada 45 dias. É um mercado enorme, com milhares de pequenos revendedores regionais. Quando esteve a trabalho no Brasil, o empreendedor holandês Marijn van de Ven se surpreendeu ao descobrir que ainda não havia um aplicativo para a compra de botijões, conectando revendedores e consumidores. Não pensou duas vezes: contratou um desenvolvedor e criou ele mesmo um aplicativo para atender a esta demanda, o Chama (Android). Lançado oficialmente em dezembro passado restrito à região da Grande São Paulo, o serviço conta com mais de 400 revendedores cadastrados em 10 cidades e acumula 15 mil botijões vendidos. A projeção é chegar a 500 mil este ano, levando em conta a expansão para mais algumas cidades – a região metropolitana do Rio de Janeiro será a próxima, dentro de alguns meses.

Através do app, o consumidor escolhe um revendedor próximo e faz a sua solicitação, selecionando o meio de pagamento (dinheiro, cartão de crédito ou cartão de débito), que é feito diretamente para o vendedor, no ato da entrega. Atualmente, não dá para acompanhar o trajeto do entregador, pois ainda está em desenvolvimento a versão do app para os revendedores, que deve ficar pronta até o fim do ano. Após a entrega, o consumidor pode dar uma nota para a qualidade do serviço. A média de cada revendedor é visível para os consumidores dentro do app. A Chama trabalha apenas com revendedores homologados pela Agência Nacional de Petróleo.

“Gás é uma coisa séria. É uma pessoa que entra na sua casa para fazer uma instalação de um produto explosivo. Não dá para brincar com isso”, comenta Otávio Tranchesi, diretor da Chama. “Hoje o consumidor olha um ímã na geladeira para escolher o revendedor. Muitos não estão nem no Google, muito menos na lista telefônica. Eles se valem mais do boca a boca. Nossa ideia é criar uma forma transparente de se encontrar revendedores homologados. No Chama o consumidor vê a avaliação de cada revendedor, o tempo médio de entrega, a marca do gás e o preço”, acrescenta. “O preço não é o que mais pesa na decisão, mas a qualidade do revendedor: qualidade do atendimento, cordialidade, tempo de entrega etc”, diz Tranchesi.

Modelo de negócios

Hoje o Chama não cobra nada dos revendedores cadastrados. Antes disso, quer construir uma base sólida de consumidores e revendedores de botijões de gás. A monetização só começará em meados do ano que vem, por meio da cobrança de um percentual sobre cada venda. Também será oferecida a possibilidade de pagamento dentro do app, com cartão de crédito.

A decisão de inicialmente não cobrar nada veio de um aprendizado que Tranchesi trouxe do segmento de apps de táxi, no qual trabalhou como CMO do Easy. Os dois players pioneiros desse setor no Brasil, Easy e  Taxibeat, cobravam do taxista R$ 2 por corrida, mas foram surpreendidos quando o 99 chegou sem cobrar nada dos motoristas. No fim das contas o Taxibeat teve que fechar as portas no País. E o Easy foi obrigado a reinventar seu modelo de negócios às pressas, enquanto os taxistas migravam para o 99. Para evitar surpresas, a Chama vai esperar um pouco antes de iniciar a cobrança. Para segurar a operação, conta com um investidor estratégico cujo nome não pode ser revelado.

Forum de Desenvolvedores

A equipe de desenvolvimento do Chama fica na Holanda. A empresa está inclusive importando profissionais brasileiros para morarem lá. Seu case será apresentado por Tranchesi durante o Forum de Desenvolvedores Tela Viva Móvel, evento que acontecerá nos dias 15 e 16 de maio, no centro de convenções WTC, em São Paulo. Para conhecer a programação atualizada e comprar ingressos, acesse <a data-cke-saved-href=”http://80% dos domicílios brasileiros não contam com gás encanado e, logo, dependem da compra recorrente de botijões de gás. Em média, cada residência brasileira consome um botijão a cada 45 dias. É um mercado enorme, com milhares de pequenos revendedores regionais. Quando esteve a trabalho no Brasil, o empreendedor holandês Marijn van de Ven se surpreendeu ao descobrir que ainda não havia um aplicativo para a compra de botijões, conectando revendedores e consumidores. Não pensou duas vezes: contratou um desenvolvedor e criou ele mesmo um aplicativo para atender a esta demanda, o Chama (Android). Lançado oficialmente em dezembro passado restrito à região da Grande São Paulo, o serviço conta com mais de 400 revendedores cadastrados em 10 cidades e acumula 15 mil botijões vendidos. A projeção é chegar a 500 mil este ano, levando em conta a expansão para mais algumas cidades – a região metropolitana do Rio de Janeiro será a próxima, dentro de alguns meses. Através do app, o consumidor escolhe um revendedor próximo e faz a sua solicitação, selecionando o meio de pagamento (dinheiro, cartão de crédito ou cartão de débito), que é feito diretamente para o vendedor, no ato da entrega. Atualmente, não dá para acompanhar o trajeto do entregador, pois ainda está em desenvolvimento a versão do app para os revendedores, que deve ficar pronta até o fim do ano. Após a entrega, o consumidor pode dar uma nota para a qualidade do serviço. 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A projeção é chegar a 500 mil este ano, levando em conta a expansão para mais algumas cidades – a região metropolitana do Rio de Janeiro será a próxima, dentro de alguns meses. Através do app, o consumidor escolhe um revendedor próximo e faz a sua solicitação, selecionando o meio de pagamento (dinheiro, cartão de crédito ou cartão de débito), que é feito diretamente para o vendedor, no ato da entrega. Atualmente, não dá para acompanhar o trajeto do entregador, pois ainda está em desenvolvimento a versão do app para os revendedores, que deve ficar pronta até o fim do ano. Após a entrega, o consumidor pode dar uma nota para a qualidade do serviço. 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