Serviços móveis: Pós-pago representa quase um terço das conexões móveis no Brasil

Em fevereiro, a base móvel brasileira continuou sua queda, segundo dados da Anatel consolidados. Foram 500,6 mil desconexões no mês (0,21%) e 5,143 milhões no ano (5,87%), totalizando 242,918 milhões de acessos. A última vez que a base total do serviço móvel pessoal (SMP) chegou a esse patamar foi em novembro de 2011, quando totalizava 242,231 milhões de linhas.

Novamente, o desempenho dos acessos pré-pagos foi o maior responsável pela redução: 983,4 mil desconexões, ou 0,60% no mês, totalizando 162,808 milhões de acessos. No acumulado de 12 meses, a queda é de 11,71%. Já os pós-pagos voltaram a apresentar aumento: 482,8 mil adições (0,61%), totalizando 80,110 milhões de acessos. Nos 12 meses, o crescimento é de 8,77%.

Assim, a proporção da base total brasileira é de 67,02% de acessos pré-pagos e 32,98% de pós-pago. Ou seja: pela primeira vez, a base de pós-pago nacional representa praticamente um terço do total. Isso demonstra a evolução na preferência das conexões com mais foco em dados na banda larga móvel. Vale lembrar que a base pós considera também os planos do tipo controle.

Cobertura

Segundo dados da Telebrasil divulgados nesta segunda, 10, a cobertura LTE aumentou em fevereiro 254% em relação a igual período de 2016, totalizando 1.691 municípios, ou 74% da população brasileira. A rede 3G chega a 4.994 municípios, ou 98% da população.

Considerando também acessos 3G, a entidade calcula 196,4 milhões de acessos de banda larga móvel no Brasil. Porém, estão incluídas conexões máquina-a-máquina (M2M) – sem elas, o total da banda larga móvel é de 183,473 milhões. Somando os acessos móveis com a banda larga fixa, são 223,3 milhões em fevereiro. Sem os M2M, o total cai para 210,332 milhões.

Serviços móveis: Pós-pago representa quase um terço das conexões móveis no Brasil